Controlo cultural e a génese doState – Perseus

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CONTR LE CiJLTlJREL ET GEN SE DE LETAT* BERTRAND BADIE A crise do desenvolvimentismo e a subsequente ascensão da sociologia histórica parecem marcar o abandono da concepção universalista da mudança social Mais do que nunca é questionada a ideia, outrora comum, de um modelo uniforme de transformação das sociedades validado pela história recente esta ruptura com os paradigmas da sociologia funcionalista, bem como da sociologia marxista, leva à utilização de conceitos capazes de identificar e explicar a especificidade das trajectórias seguidas por cada sistema social O recurso ao conceito de cultura parece lógico mesmo que, em tempos, tenha sido manchado pelo evolucionismo ou mesmo profundamente distorcido para inserir numa sociologia política etnocêntrica a vantagem de poder exprimir melhor do que qualquer outra identidade das sociedades e a sua irredutibilidade umas às outras A sua contribuição parece, portanto, particularmente valiosa para analisar a formação do Estado O nosso objectivo é torná-lo neste espírito uma variável que contribua para explicar a génese das estruturas estatais e, assim, complementar de forma útil as explicações sociológicastipo económico

Este artigo retoma os elementos de um artigo apresentado na Jour nées la mémoire de kkan organizada pela Ecole des hautes études en sciences sociales o Centre études et de recherches internationales de la Fondation nationale des sciences politiques e a Maison des sciences de homme Paris a 27 e 28 de Maio de 1980 Cf Almond G.) Verba S.) Civic culture Boston Little Brown 1963 Pye L.) Verba S.) ed. Political culture and political development Princeton Princeton University Press 1965 For a critique cf Barry Sociologists economists and democracy Chicago The University of Chicago Press 1978 cap III and Kavanagh D.) Political culture London Macmillan 1972

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