O Papel dos Hormonas Femininos na Prolecção

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introdução: ao contrário dos homens, as mulheres só podem ter filhos durante um período definido das suas vidas: desde a puberdade até à menopausa. Durante este período, o sistema reprodutivo sofre um funcionamento cíclico onde os órgãos sofrem transformações, sob o efeito das hormonas sexuais.

I / Ciclos sexuais femininos

->div id=”2184aaa9d52″> Por convenção, o 1º dia de um ciclo começa no 1º dia da menstruação. Existem 2 ciclos sincronizados.

A) O ciclo uterino

O útero é o órgão onde o emryo se desenvolve em caso de gravidez. As alterações ocorrem ciclicamente no endométrio e colo do útero.

Diagrama do útero legenciado

Há três fases num ciclo:

– fase folicular (dia 1 ao dia 13): esta é a fase antes da ovulação; o endométrio destruído durante a menstruação reconstrói, engrossa, e vasculariza. Além disso, há o aparecimento de glândulas tubulares que terão a função pr de secretar glicogénio.

– ovulação (14º dia)

– fase luteal: desenvolvimento máximo do endométrio que é descrito como renda uterina.

Ao nível do colo do útero, o muco cervical é um muco ayt para o papel de prevenir o cruzamento de espermatozóides. A malha sofre uma evolução cíclica à medida que muda de uma malha apertada para uma malha solta durante o período ovulatório, permitindo a passagem de esperma.

B) O ciclo ovariano

Tem a função de libertar um gameta (oócito -> óvulo) que pode ser submetido a fertilização. No entanto, graças às secções microscópicas dos ovários, podemos ver que os oócitos são mantidos em estruturas multicelulares: é o folículo que protege o oócito. O folículo sofre uma evolução característica do período do ciclo em que se encontra em.

p>Durante um ciclo sexual, o folículo tem uma função protectora mas também uma função endoctrina, ou seja, secreção de hormonas.

– fase folicular: durante esta fase, vários folículos são recrutados e começam a crescer. Depois, apenas um continua a crescer (regressão dos outros) tornando-se o folliucleus dominante. Uma cavidade folicular aparece e torna-se cada vez maior. No final desta fase, o folículo torna-se próximo da pr ovulação e chama-se folículo maduro.

– ovulação: correspoder à expulsão do oócito para a palha de um tubo.

– fase luteal: o folículo rompido transforma-se num corpo lúteo que também tem uma função endócrina. No final do ciclo, sem fertilização, regride rapidamente.

Conclusão : O estudo dos dois ciclos mostra um sincronismo perfeito:

  • em fase folicular: o espessamento do endométrio e dos folículos entra em crescimento, produzindo dc de + em + hormonas.
  • em fase ovulatória: o endométrio está no seu tamanho máximo e pronto para acolher um embrião. De +, o muco cervical é mais solto, permite a passagem dos espermatozóides.
  • na fase luteal: manutenção do endométrio (sem fertilização) sob a acção do corpo lúteo com o aparecimento do período.

Diagrama sumário da sincronização dos ciclos ovariano e uterino

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II / O papel das hormonas ovarianas

-> A fim de mostrar o papel de um órgão, Realizamos uma ablação e depois olhamos para as consequências. A remoção do ovário faz com que o útero pare de circular -> os ovários controlam o ciclo uterino.

A) Hormonas ovarianas

Após demonstrar o controlo do ciclo uterino pelos ovários com as experiências de ablação, a série de experiências (ablação e depois transplante noutro local) mostrou que a susbtância responsável pelo controlo é uma hormona.

Hormona: fornece uma função de comunicação entre vários órgãos

Após investigação, dois tipos de hormonas mostraram estar presentes: estrogénio (O) e progesterona (P).

B) Variação nas secreções hormonais

Os ensaios de nível de secreção mostram variaiton na quantidade destas hormonas (dc variaiton na secreção):

– fase folicular: presença de O que leva ao aumento da concentração de O pr têm um máximo antes da ovulação. O actua sobre o revestimento do útero fazendo-o engrossar.

– fase luteal: presença ainda de O mas em pequenas quantidades; aparecimento de P em grandes quantidades. São feitos pelo corpus luteum.

P>P permite o aparecimento do cordão uterino e evita contracções miométricas. Alguns dias antes do fim do ciclo (menstruação), na ausência de fertilização, o corpo lúteo regride levando a uma queda nas concentrações hormonais e, assim, ao início da menstruação.

h2>III/ Controlo da actividade ovariana pelo complexo hipotalamo-hipofisário

A) Acção da glândula pituitária

A glândula pituitária é uma glândula endócrina localizada na base do cérebro. Quando é retirado ou disfunciona, há perturbações (entre outras coisas) no funcionamento do ciclo uterino (cessação da menstruação) e no ciclo ovariano (cessação da ovulação). Após a ablação, ao nível dos ovários, há uma cessação do crescimento do folículo ovariano e uma ausência de ovulação -> não há espessamento do revestimento uterino e a menstruação desaparece.

Após análise química, foram determinadas duas hormonas produzidas pela hipófise:

– FSH (hormona estimulante do folículo) que permite o desenvolvimento do folículo cavitário num folículo maduro

– LH (hormona luteinizante): a saconcentração aumenta durante a fase folicular e aparece um pico imediatamente antes da ovulação e que a provoca. Permite a transformação do folículo em corpo lúteo.

B) Controlo do hipotálamo

O hipotálamo está localizado imediatamente acima da hipófise. Estão ligados por uma rede de neurónios que secretam uma hormona: neurohormona (GnRH).

Absência de GnRH resulta na cessação da estimulação das células secretoras da hipófise -> cessação da produção de Lh e FSH

Conclusão:O hipotálamo controla a actividade da hipófise através de GnRH. A hipófise controla o ciclo ovariano através de duas hormonas LH e FSH. Uma elevada quantidade de LH, caracterizada por um pico, leva à ovulação.

IV / feedback ovariano sobre o complexo HH

– A concentração de hormonas ovarianas actua sobre o complexo HH dependendo das concentrações hormonais; o complexo HH ajusta a sua segregação hormonal. As hormonas ovarianas actuam portanto no feedback sobre o sistema de controlo.

A) Feedback negativo

Ablação ovariana ou o início da menopausa resulta num aumento significativo das concentrações de LH e FSH. O ijecção diminui estes níveis -> as hormonas ovarianas exercem um feedback negativo sobre o complemento HH. O objectivo deste sistema é manter os níveis ovarianos a valores constantes próximos de uma referência.

Conclusão: Até uma certa concetração, as hormonas ovarianas exercem um feedback negativo sobre o complexo HH.

B) Feedback positivo

Após a ablação ovariana, uma grande injecção de O provoca um grande aumento nas concentrações de Lh e FSH. Vemos que para além de uma certa concentração de O, o feedback já não é negativo, mas torna-se positivo. No corpo, este sistema permite a ovulação: quando o folículo cresce, a quantidade de O secretado aumenta. No dia 13, o folículo está maduro e a alta concentração de O indica ao complemento HH que o folículo está pronto a ovular. Esta concentração de O leva a uma alta produção de LH e FSH que leva à produção de O e assim por diante. O ciclo entra em overdrive -> um pico em LH aparece levando à ovulação.

Conclusão: Para além de uma certa conentração de O, O tem um feedback positivo sobre o complemento HH levando a uma maior libertação de LH e FSH. Este sistema é responsável pelo pico ovulatório de LH. Após a ovulação, a queda em O e a aparência P levam a um retorno u negativo.

V / Influência do ambiente no hipotálamo

O ambiente tem uma influência directa no hipotálamo. Na fêmea, uma forte sequência (guerra) leva a uma paragem momentânea da menstruação e, portanto, dos ciclos sexuais

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